18.07.2016 \ Joias de Porcelana \

Linda a parceria do designer inglês Bodo Sperlein com a empresa espanhola Lladró! A coleção “Magic Forest” está enraizada na natureza, mas também reflete o Surrealismo, uma das principais influências culturais e artísticas da Espanha.

Esta técnica será apresentada aqui no ateliê no Workshop “Joias de Porcelana” pela designer Paula Bahadian, residente em Barcelona.

Contando os dias!!!

 

Datas: 29/07, 01/08 e 05/08

Horário: 13h30 às 18h30

11.07.2016 \ Otto Künzli \

Para mim, o trabalho de Otto Künzli é o que melhor define a Joalheria Contemporânea. Com uma visão sempre questionadora, o artista-joalheiro cria peças com imensos significados. A joia “1 meter of love” e “8mm of love”, Künzli critica o símbolo estereotipado do coração, um verdadeiro convite para o questionamento de quanto vale o seu amor.

Outra joia que merece destaque é o “The gold makes blind bangle” onde a pulseira de ouro é revestida por uma borracha preta. Um espetáculo!

 

04.07.2016 \ Anna Bella Geiger \

Anna Bella Geiger (Rio de Janeiro RJ 1933) é  escultora, pintora, gravadora, desenhista, artista intermídia e professora. Inicia-se, na década de 1950, seus estudos artísticos no ateliê de Fayga Ostrower (1920-2001). Publica, com Fernando Cocchiarale (1951), o livro Abstracionismo Geométrico e Informal: a vanguarda brasileira nos anos cinqüenta, em 1987.

É fascinante como Anna Bella Geiger compõe suas imagens com base em chapas de metal recortadas, explicitando e explorando artisticamente a técnica de gravura em metal. A série Fronteiriços, em particular a obra “A linha imaginária de Tordesilhas – 1995”, me emociona profundamente. Utilizando formas cartográficas vazadas em metal, dentro de caixas de ferro ou gavetas, preenchidas por encáustica, ela surpreende o nosso olhar. Em 2000, a H. Stern fez uma brilhante parceria com Geiger criando a coleção de joias Orbis Descriptio. Como não se apaixonar por esta artista?!

28.06.2016 \ Contos da Floresta \

 

por Duda Itajahy 

 

Em um mundo distante, havia uma floresta mágica habitada por elementais de diversas naturezas: elfos mal humorados, fadas dançarinas, duendes traquinas, trolls, orcs, animais falantes e todos tipos de habitantes do mundo invisível aos olhos humanos.

 

No equinócio de primavera, quando o dia e a noite têm igual duração, o Espírito da Floresta enchia a floresta de beleza presenteando os ser humano com flores coloridas e perfumadas. Era o momento em que se criava a vida.

 

Nesta época, os seres elementais entravam em paz e conviviam em uma grande colheita, momento único de harmonia. Diversas flores, raízes e ervas eram colhidas para produzir remédios, poções, alimentos e extratos.

 

Todo ano, porém, em uma clareira solitária e abandonada, crescia um arbusto de flores de cobre que ninguém colhia. Séculos se passavam e era sempre igual: o Espírito da floresta dava vida ao arbusto que secava e morria sem despertar interesse.

 

As fadas e os elfos achavam a flor muito artificial, os orcs e gnomos achavam o cobre um metal sem valor. E assim ela ia sendo esquecida por gerações.

 

***

 

Como dizem os próprios elementais, os seres vivos vibram em busca de alguém ou algo que entenda a sua essência e vibre conjugando sua energia no universo.

 

E foi assim que, buscando inspiração, Lívia Canuto se viu adentrando nesta floresta mágica. A cada passo que dava, sentia os mistérios se desvendando, sentia-se mais encantada. A magia que bailava no ar entou em seu peito e, sem medo, deparou-se com a clareira solitária, onde encontrou o arbusto de flores de cobre.

 

Vendo beleza na solidão das flores de cobre, as duas se conectaram de alma. Neste exato lampejo de segundo, indagou o motivo das lindas flores serem abnegadas e como uma surpresa o espírito da floresta retrucou que aquele encontro fazia parte dos mistérios da floresta mágica e que se ela quisesse encontrar a resposta, teria que aprender com os elementais da floresta como extrair da natureza a delicadeza e a sensibilidade lúdica e transforma-lá em extratos.

 

Lívia foi conhecendo os rituais e ensinamentos dos espíritos da natureza e ao fim de cada encontro era presenteada com uma fórmula/extrato/infusão para usada em momentos certos da vida. Ao fim da jornada, sem perceber a própria mudança interior, voltou ao espírito da floresta em busca da resposta que ainda lhe afligia. Ele pediu que pegasse uma flor de cobre e joguesse no lago rosa que margeava a clareira.

 

Ao tocar as águas do lago, a flor tornou-se colorida e revelou um perfume único. O lago ganhou vida e Lívia percebeu que a resposta sempre esteve com ela: a transformação do natural e óbvio em poesia e beleza para o mundo!

24.06.2016 \ A genialidade de Calder na joalheria \

A genialidade do artista norte americano Alexander Calder não se restringiu a suas belas esculturas. Sua criatividade também se desenvolveu amplamente no campo da joalheria, explorando a técnica do forjado. Suas joias eram cuidadosas e transpareciam um sentido lúdico, comum a todos os projetos do artista. 

10.10.2014 \ interior loja \

10.10.2014 \ Shopping da Gávea \

04.09.2014 \ Loja Lívia Canuto \

Shopping da Gávea